No entanto, se um casal tiver relação sexual sem utilizar um método contraceptivo, ou se o método falhar (por exemplo, se a camisinha estourar), e a mulher não quiser engravidar, o que ela pode fazer?
Uma dose de duas pílulas do dia seguinte
O sistema reprodutor feminino é extremamente complexo, e o ciclo menstrual envolve diversos hormônios diferentes. Eis uma versão simplificada de como ele funciona:
Logo após o término do ciclo da mulher, a glândula hipófise (também chamada de pituitária) inicia o ciclo mensal secretando FSH, ou hormônio folículo-estimulante. Esse hormônio "avisa" os ovários quando é o momento certo para preparar um folículo para a ovulação.
a fertilized egg
Imagem cedida por Especialistas em Reprodução da Geórgia
Um óvulo fertilizado
O folículo se desenvolve e começa a produzir o estrógeno. Ele faz com que o revestimento uterino aumente para que esteja pronto para aceitar o óvulo fertilizado.
Logo antes da ovulação, os ovários também secretam progesterona e isso continua ocorrendo por aproximadamente duas semanas.
O hipotálamo e a glândula hipófise (pituitária) regulam o nível de estrógeno presente no sangue. Quando esse nível estiver suficientemente alto, a glândula hipófise libera o Hormônio Luteinizante (LH). Esse hormônio "avisa" o folículo para lançar o óvulo na Trompa de Falópio. O esperma pode fertilizar o novo óvulo na trompa no período de 24 horas.
Se o esperma fertilizar o óvulo durante esse período e as condições estiverem favoráveis, o óvulo fertilizado será implantado no revestimento uterino preparado e a mulher estará grávida. Caso não ocorra a fertilização ou se algo evitar a implantação, a mulher não irá engravidar e, após duas semanas da ovulação, irá começar a menstruar. Dessa forma, o ciclo se repete.
Embora haja apenas um período de 24 horas para que ocorra a fertilização de um óvulo, o esperma poderá permanecer no corpo da mulher por um período de três a cinco dias. Sendo assim, se uma mulher teve relação sexual sem proteção três dias antes da ovulação, haverá uma grande chance dela engravidar. Para obter mais informações, consulte Como funciona a reprodução humana.
Você poderá ver essa descrição de que uma droga (um medicamento) pode apresentar menos risco em alguns casos.
O que não é o "Plano B"
O Levonorgestrel é um contraceptivo de emergência, ou um "backup". Ele pode ajudar a diminuir a chance de gravidez caso a mulher ainda não esteja grávida. Levonorgestrel não surte efeito na mãe ou no feto, caso a mulher já esteja grávida. RU-486, ou mifepristona, é uma droga completamente diferente, pois realiza um aborto químico prematuro em uma gravidez.
Ele pode matar todos os espermatozoides após a ejaculação.
Ele também pode evitar que o óvulo fertilizado seja implantado no útero.
Além disso, ele pode prevenir ou atrasar o lançamento do óvulo. O Levonorgestrel faz esse terceiro caminho.
Ao adquirir o Plano B, tome dois comprimidos. Cada um deles contém 0,75 mg de Levonorgestrel. Você pode tomar o primeiro comprimido logo após a relação sexual sem a proteção e o segundo 12 horas depois.
Embora os cientistas não tenham total certeza de que isso funcione, eles acreditam que o levonorgestrel evite a gravidez por interromper o processo de ovulação ou interromper a capacidade do esperma e do óvulo de se encontrarem nas Trompas de Falópio. Alguns dizem que a droga pode evitar que o óvulo fertilizado também seja implantado, talvez fazendo com que o revestimento uterino fique menos receptivo ao óvulo.
O Levonorgestrel faz isso ao interromper o ciclo hormonal natural. Ele contém uma forma sintética de progesterona em alta dose (os comprimidos normais de controle de natalidade apresentam dosagem menor). Altas doses de progesterona no Plano B interrompem o ciclo evitando que a fertilização ou a implantação do embrião, também chamada de nidação, aconteça.
Caso a ovulação já tenha ocorrido, o Levonorgestrel será menos eficaz. Por isso é importante utilizar a pílula o quanto antes após uma relação sexual sem proteção. Quando o óvulo fertilizado for implantado, a pílula não terá efeito.
Devido a todas essas variáveis, a pílula não é 100% eficaz. No entanto, em estudos clínicos, foi observada uma eficácia de 89%.
Fonte:http://saude.hsw.uol.com.br/pilula-do-dia-seguinte.htm




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